Esportes
Acelera, boleiro!
por Redação
Fórmula Superliga aposta em clubes de futebol para atrair público
Unir os dois esportes que mais fascinam os marmanjos ao redor do mundo parece, de cara, uma grande idéia. Uma rápida pesquisa de opinião pode comprovar que juntar o ronco dos motores aos gritos das arquibancadas é, de fato, uma iniciativa promissora.
Foi a partir desse pensamento que surgiu a Fórmula Superliga, uma categoria de corridas de carro planejada em 2005, mas que só estreou, agora, em agosto de 2008. A idéia era criar uma modalidade automobilística em que as equipes fossem representadas por grandes clubes do futebol mundial.
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Alex Andreu e Robin Webb, idealizadores do projeto |
O primeiro plano era ter no grid de largada 20 equipes, mas apenas 17 carros largaram no dia 31 de agosto, em Doningotn Park, na Inglaterra. Seguindo um exemplo já bem sucedido em outras categorias, a Fórmula Superliga impõe às equipes os mesmos modelos de chassi e motor, para que o talento do piloto e o acerto da equipe façam a real diferença.
Dos 17 clubes que participam da categoria, 13 são europeus: AC Milan, Olympiakós CFP, PSV Eindhoven, FC Porto, Borussia Dortmund, RSC Anderlecht, FC Basel, Galatasaray SK, Sevilla FC, Glasgow Rangers, Roma, Tottenham Hotspur e Liverpool.
De fora do Velho Continente, vêm o chinês Beijing Guoan FC, o Al Ain, dos Emirados Árabes, e os brasileiríssimos Flamengo e Corinthians, donos das maiores torcida do país – quiçá do mundo.
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Os carros de Corinthians e Flamengo |
Quem dirige o carro do Mengão é o jovem piloto paulista Tuka Rocha, que já defendeu as cores do Brasil, na A1 GP. Para guiar o carro corintiano, o escolhido foi Antônio Pizzônia. Uma ironia do destino: o piloto, que traz 20 corridas de Fórmula 1 no currículo, é são-paulino.
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