Arco-Íris
Homofobia africana
por Carlos Hee
Dois homens são condenados à prisão no Senegal depois de se casarem na Bélgica
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O advogado Seyni Ndione disse à IC Publicações que nenhum dos dois homens são gays e que Gueye era "ajudante doméstico" de Lambot. De acordo com Ndione, ele casou-se com Gueye apenas para ajudá-lo a ter autorização de mudar-se para a Bélgica e assim continuar a trabalhar para ele.
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No Senegal, a homossexualidade é ilegal |
"Este casamento foi apenas uma maneira de ajudar Gueye", disse o advogado, mas um policial alegou que depois de uma busca na casa de Lambot, em Dakar, encontrou "evidências de homossexualidade". Predominantemente muçulmano, o Senegal é um dos poucos países africanos francofónos que penalizam a homossexualidade. Atos sexuais gays são punidos com prisão de um a cinco anos e uma multa de até US$ 3 mil.
Em fevereiro, cinco homens foram detidos sob acusação de homossexualidade depois que fotos foram publicadas numa revista popular de fofocas de um suposto casamento homossexual. Depois de protestos internacionais os cinco foram liberados. Mas as a decisão deixou a maioria muçulmana do país indignada. Várias centenas de pessoas se reuniram fora da principal mesquita de Dakar, mesmo depois da proibição policial para realizar o protesto. A multidão exigiu que todos os homossexuais no país fossem presos.
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1 COMENTÁRIO
valdir
existem coisas realmente importantes pra se pra se preocupar,ja que estamos todos suspensos no vazio desse universo.homo-sapiens tolos.
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